Segundo a proposta apresentada pelo líder da oposição, a conta seria digital, acessível através do telemóvel e gerida de forma independente e transparente. O mecanismo seria financiado por uma percentagem das receitas provenientes do petróleo, gás e minerais estratégicos.
Adalberto Costa Júnior sugere, como exemplo, que 10% dessas receitas sejam canalizadas anualmente para o fundo e posteriormente distribuídas pelos jovens elegíveis. O dinheiro não seria entregue directamente em numerário, mas poderia ser utilizado para formação, educação, habitação, saúde e criação de negócios.
A proposta prevê ainda uma entidade independente para gerir o fundo, com participação da sociedade civil, universidades, igrejas, sindicatos e representantes dos próprios jovens, além de mecanismos de fiscalização e auditoria.
A iniciativa faz parte de uma proposta mais ampla da UNITA para apoiar a juventude, que inclui também formação técnico-profissional e microcrédito a juros zero.

Foto: Adalberto Costa Júnior propõe “Conta Jovem Soberana” para angolanos dos 18 aos 35 anos — Arquivo CF