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Administração denuncia abate indiscriminado de animais e queimadas anárquicas no Parque Nacional do Luengue-Luiana

Benedita Malanda - 25 Sep, 2025 211 Visualizações
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O administrador explicou que o parque conta atualmente com 62 fiscais, número considerado insuficiente para uma área com mais de 45.818 quilómetros quadrados. Segundo ele, seriam necessários pelo menos 250 fiscais para reforçar o combate a caçadores furtivos e outros infratores.

Grande parte do abate de animais, sobretudo de búfalos, é praticada por cidadãos oriundos da vizinha Zâmbia, dada a proximidade fronteiriça. Para mitigar o problema, a administração tem promovido ações de sensibilização junto das comunidades locais e utilizado drones, embora a sua capacidade de cobertura (cerca de sete quilómetros) seja limitada.

Apesar das dificuldades, o parque tem registado o regresso de espécies como elefantes e búfalos, além de continuar a atrair turistas nacionais e estrangeiros interessados na biodiversidade da região angolana do Okavango e em investir no setor do turismo