O administrador explicou que o parque conta atualmente com 62 fiscais, número considerado insuficiente para uma área com mais de 45.818 quilómetros quadrados. Segundo ele, seriam necessários pelo menos 250 fiscais para reforçar o combate a caçadores furtivos e outros infratores.
Grande parte do abate de animais, sobretudo de búfalos, é praticada por cidadãos oriundos da vizinha Zâmbia, dada a proximidade fronteiriça. Para mitigar o problema, a administração tem promovido ações de sensibilização junto das comunidades locais e utilizado drones, embora a sua capacidade de cobertura (cerca de sete quilómetros) seja limitada.
Apesar das dificuldades, o parque tem registado o regresso de espécies como elefantes e búfalos, além de continuar a atrair turistas nacionais e estrangeiros interessados na biodiversidade da região angolana do Okavango e em investir no setor do turismo