O feito é considerado histórico, especialmente tendo em conta que a Federação Angolana de Esgrima (FAE) existe há apenas nove anos, e que em menos de metade desse tempo — quatro anos em competições internacionais — o país já figura entre as potências emergentes da modalidade.
Em declarações, o presidente da FAE, Nuno Pereira, destacou que o desempenho angolano superou seleções com vasta experiência no continente africano, como a Argélia, que conta com atletas olímpicos. Segundo ele, a prata alcançada é fruto do esforço coletivo, da disciplina dos atletas e da competência técnica dos treinadores envolvidos.
Além da colocação no pódio, Angola também subiu no ranking internacional, posicionando-se entre as dez melhores seleções do mundo na especialidade de florete — um feito notável para uma nação que ainda consolida sua presença no cenário global da esgrima.