O relatório indica que 74% das vagas foram ocupadas por homens e 26% por mulheres. Abril destacou-se como o mês mais dinâmico, com 21.618 empregos criados, enquanto fevereiro registou o menor número, com 15.061 postos.
Apesar do desempenho positivo, houve uma queda de 3% face ao mesmo período de 2024, o que representa menos 3.667 empregos. O sector privado foi o principal motor da geração de vagas, responsável por 95% do total, contra 5% do sector público.
Entre os ramos económicos, os serviços colectivos, sociais e pessoais lideraram as contratações, com 32.772 postos, seguidos do comércio (23.451), das actividades imobiliárias e serviços empresariais (13.848), da construção civil (13.829) e do alojamento e restauração (4.526).
Os jovens entre 25 e 34 anos representaram 44% dos contratados, seguidos pelas faixas de 35 a 44 anos (23%) e 18 a 24 anos (21%).
O INEFOP registou 65.080 candidaturas e 35.901 ofertas de emprego, tendo concretizado 35.737 colocações, um desempenho de 99,5%. Luanda, Cuando, Moxico e Benguela lideraram em procura de emprego, enquanto Luanda, Benguela e Huíla se destacaram em ofertas e colocações.