Internacionalmente, tensões entre os EUA e a Venezuela aumentaram após ameaças da Casa Branca contra Nicolás Maduro, o que pode abalar os mercados globais de energia. No Brasil, há inquietação com a presença militar americana nas Caraíbas. Rumores de um possível acordo entre Trump e o presidente russo sobre a guerra na Ucrânia também pairam no ar.
Apesar de Angola possuir reservas estimadas em 9 mil milhões de barris, o país enfrenta desinvestimento das grandes petrolíferas, envelhecimento dos campos offshore e pressão global pela transição energética. O Governo angolano tenta reverter a tendência com planos de aumentar a produção e diversificar a economia, mas enfrenta uma redução prevista de 20% na produção ao longo da próxima década.
Fonte: Novo Jornal