De acordo com o responsável, o aumento está relacionado a factores sociais, económicos e familiares, bem como ao consumo excessivo de álcool e drogas e à falta de acompanhamento psicológico regular.
Os dados indicam que a demência e a depressão figuram entre as patologias mais recorrentes, seguidas de transtornos de ansiedade e esquizofrenia, afectando sobretudo adultos e idosos.
As autoridades sanitárias têm reforçado as campanhas de sensibilização sobre saúde mental e o apoio psicossocial nas comunidades, com o objectivo de reduzir o estigma e melhorar o diagnóstico e tratamento dos pacientes.
O chefe do Departamento de Saúde Pública apelou à colaboração das famílias e instituições sociais, sublinhando que o acompanhamento precoce e contínuo é essencial para garantir melhores resultados clínicos e inclusão social das pessoas com doenças mentais.