Durante a sua intervenção perante a comunidade académica, Carlos Feijó destacou a importância de analisar a formação histórica das instituições angolanas, não apenas a partir da colonização, mas também considerando os sistemas políticos e jurídicos que já existiam no território antes da chegada dos colonizadores.
Segundo o académico, este tipo de investigação permitirá construir uma visão mais completa e autónoma do constitucionalismo angolano, contribuindo para o fortalecimento da identidade nacional e para uma compreensão mais profunda do Estado de Direito no país.