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Chefe de Estado angolano Lidera Cimeira Virtual da OEACP

Redacção Chumbo Fresco - 14 Jul, 2025 91 Visualizações
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Sob a liderança do Presidente João Lourenço, a reunião discutiu temas como o financiamento da organização e a eleição de um novo secretário-geral, já que o mandato do atual, o diplomata angolano Georges Rebelo Chicoty, termina em fevereiro.

Em breves declarações à imprensa, Teté António, ministro das Relações Exteriores, presente na reunião, informou que, de acordo com a distribuição geográfica e o princípio de rotação regional, a África Central será responsável pela escolha do próximo secretário-geral da OEACP.

O chefe da diplomacia angolana destacou que a organização apresentou três candidatos para avaliação na Cimeira, seguindo a prática africana de endosso de candidatos pela sub-região.

"Esta discussão está em andamento com outras regiões e a decisão foi de que precisamos de mais tempo para tratar do assunto," frisou.

Teté António ressaltou que o Conselho de Ministros da organização irá se reunir para avaliar a situação, e a questão será reconsiderada em outra Cimeira Virtual antes do final de fevereiro.

Outro tema importante discutido na Cimeira foi a escolha de um campeão para a mobilização de recursos financeiros, devido à situação crítica atual da organização.

Inicialmente, o ex-presidente do Botswana, Mokgweetsi Masisi, foi considerado para esta posição, mas deixou de ser elegível ao término de suas funções. "O campeão deve ser necessariamente um Chefe de Estado", frisou, acrescentando que o assunto será retomado na próxima Cimeira. "Um apelo para candidaturas voluntárias foi lançado para essa posição", destacou Teté António, mencionando que a situação financeira da organização também foi analisada. Ele concluiu que os países membros devem intensificar os esforços para contribuir.

A Organização dos Estados de África, Caraíbas e Pacífico (OEACP), anteriormente países ACP, é uma associação de 79 países criada para coordenar atividades da Convenção de Lomé de 1975. Todos os Estados, exceto Cuba, são signatários do Acordo de Cotonou, que substituiu as Convenções de Lomé.