A Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau revelou que não existem condições para prosseguir com o processo eleitoral, depois de terem sido confiscados equipamentos e actas eleitorais por homens armados no dia 26 de novembro.
O porta-voz do presidente da CNE, Idriça Djaló, confirmou à agência Lusa que a situação impossibilita a conclusão das eleições, destacando que a interrupção foi comunicada aos órgãos de comunicação social e amplamente difundida nas redes sociais.
A instabilidade gerada pelo confisco coloca em risco a integridade e a transparência do processo eleitoral, levantando preocupações sobre o cronograma democrático no país. Até ao momento, as autoridades guineenses não anunciaram medidas concretas para retomar o processo ou garantir a segurança dos materiais eleitorais.