O acto consular itinerante, testemunhado pela embaixadora de Angola em França, Guilhermina Prata, permitiu a um número expressivo de cidadãos regularizar a sua situação documental, através da emissão de Bilhetes de Identidade, passaportes, registos criminais, cartões consulares e transcrições de assentos de nascimento e casamento.
Na ocasião, a diplomata destacou a importância da iniciativa no quadro das comemorações do 50.º aniversário da Independência Nacional, sublinhando que o contacto directo com a comunidade é essencial para o fortalecimento da ligação entre Angola e a sua diáspora.
“Neste contexto de celebração e reflexão sobre o percurso da nossa nação, torna-se imperativo que o corpo diplomático angolano esteja cada vez mais próximo da comunidade residente no estrangeiro”, afirmou Guilhermina Prata, acrescentando que os angolanos em França “são verdadeiros embaixadores informais de Angola”.
A embaixadora fez-se acompanhar por outras altas individualidades do corpo diplomático, entre as quais a embaixadora junto da UNESCO, Maria Cândida Teixeira, e a cônsul-geral de Angola em Paris, Olga da Paixão Franco.
Para a cônsul-geral, as missões itinerantes representam um instrumento estratégico de aproximação aos cidadãos, permitindo que os serviços consulares cheguem directamente às comunidades, eliminando barreiras geográficas e facilitando o acesso aos documentos oficiais.
“Esta acção reafirma o compromisso das nossas representações diplomáticas em França de apoiar e servir a comunidade, fortalecendo a ligação entre os angolanos na diáspora e o país”, destacou Olga da Paixão Franco.
A iniciativa reforça o empenho do Estado angolano em aproximar os serviços públicos das suas comunidades no exterior, promovendo uma diplomacia mais inclusiva e voltada para os cidadãos.