Yoon Suk-yeol, o primeiro chefe de Estado sul-coreano em exercício a ser detido, mergulhou o país numa crise política ao declarar a lei marcial no início de dezembro, com o objetivo de proteger a Coreia do Sul das forças comunistas norte-coreanas e eliminar elementos hostis ao Estado.
Os investigadores estão buscando uma prorrogação de 20 dias da detenção do dirigente, após o término das 48 horas previstas no mandado de detenção, para permitir a formalização de uma acusação contra Yoon Suk-yeol.
"Prevê-se que o Gabinete de Investigação de Corrupção entre Altos Funcionários solicite ao tribunal distrital oeste de Seul um mandado de detenção como próximo passo após o mandado", disseram os advogados de Yoon Suk-yeol, citados pela Lusa.