Na sua intervenção, o governante destacou que Angola dispõe de uma vasta diversidade de recursos minerais estratégicos, incluindo matérias-primas essenciais para as novas tecnologias, além de importantes reservas de petróleo e gás natural. Sublinhou ainda a localização geográfica privilegiada do país, considerando que Angola reúne condições para se afirmar como uma plataforma logística e comercial de referência para os mercados africanos e internacionais.
Dirigindo-se aos investidores presentes, Diamantino Azevedo convidou as empresas internacionais a apostarem no mercado angolano, afirmando que o país atravessa uma nova fase de transformação económica e de criação de oportunidades de negócio. O ministro participou numa entrevista em palco com o presidente executivo da Forbes África Lusófona, N'Gunu Tiny, dedicada ao tema "Leadership in a Shifting World".
A representação angolana na conferência incluiu ainda responsáveis de várias instituições do sector. O presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Gaspar Martins, o administrador executivo da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), Alcides de Andrade, e o presidente da Etu Energias, Edson dos Santos, participaram no painel sobre o futuro da indústria petrolífera angolana. Já o presidente da Agência Nacional de Recursos Minerais (ANRM), Jacinto Rocha, e o membro do Conselho de Gerência da Sociedade Mineira de Chitotolo, Artur Gonçalves, debateram o papel estratégico dos recursos minerais na nova geopolítica global.

Foto: Diamantino Azevedo promove potencial mineiro e energético de Angola em conferência em Lisboa — Arquivo CF