O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, revelou esta quarta-feira que as medidas atingem Kimberly Prost (Canadá), Nicolas Guillou (França), Nazhat Shameem Khan (Ilhas Fiji) e Mandiaye Niang (Senegal). Segundo Washington, os magistrados tiveram participação direta nos esforços do TPI para investigar, prender ou processar cidadãos de Israel e dos Estados Unidos.
Entre os processos em causa está a investigação que envolve o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusado de crimes de guerra e contra a humanidade.
A decisão marca mais um capítulo no confronto entre Washington e o tribunal sediado em Haia, alvo de sanções desde a administração de Donald Trump (2017-2021), quando o TPI abriu investigações relacionadas com o conflito no Afeganistão.