Segundo informações das autoridades gabonesas, os fundos supostamente desviados abrangem dotações públicas, dividendos de hotéis do Estado e investimentos em setores estratégicos, como Petróleo e Gás, nos últimos dois anos. Os investigadores procuram determinar como o dinheiro foi utilizado e por que algumas operações não possuíam justificações contabilísticas válidas.
A prisão domiciliária de um ministro em exercício é considerada rara e politicamente sensível, mas Siffon foi enquadrado nesse regime devido ao risco de fuga, após a tentativa de deixar a capital.
As autoridades gabonesas ainda não se pronunciaram sobre possíveis sanções políticas ou se o caso poderá desencadear uma crise governamental mais ampla. A detenção ressalta a atenção crescente do Gabão no combate à corrupção e à gestão irregular de fundos públicos.