'Não basta apenas garantir água segura. As comunidades precisam adotar hábitos adequados de higiene e eliminação de resíduos, pois a transmissão da cólera ocorre principalmente devido à falta de condições sanitárias adequadas', alertou.
'Água segura é um direito de todos, mas também é uma responsabilidade coletiva garantir que ela permaneça assim. Se cada cidadão fizer a sua parte, conseguiremos minimizar os efeitos deste surto e prevenir futuras ocorrências', ressaltou.
Coordenação Elsa Ramos enfatizou que o combate à cólera tem sido tratado como uma questão de urgência nacional, o que levou o Governo a reunir esforços entre diferentes setores nacionais e organismos internacionais.
'Temos equipes do Ministério da Saúde, UNICEF e OMS trabalhando conosco, tanto no rastreamento das áreas mais afetadas quanto na implementação de medidas de resposta rápida', destacou.
A cooperação internacional, continuou, tem permitido um melhor acompanhamento da situação, além da disponibilização de recursos para fortalecer a capacidade de resposta.
'Desde a identificação do surto, mobilizamos especialistas e técnicos para agir diretamente nas zonas críticas e continuamos a mapear os focos de risco e a agir preventivamente para evitar que a situação se agrave', garantiu."
Espero que esta reformulação seja do seu agrado! Se precisar de mais alguma coisa, estou à disposição.
Falando à imprensa durante o Workshop Nacional de Água e Saneamento, sob o lema 'Desafios e Soluções na Busca pela Eficiência dos Serviços de Água e Saneamento', a diretora nacional de Águas, Elsa Ramos, destacou que diversas ações estão em andamento para minimizar a contaminação e garantir o abastecimento adequado, especialmente nos bairros mais afetados.
Elsa Ramos assegurou que a água tratada e distribuída pelas estações de tratamento atende aos padrões da Organização Mundial da Saúde (OMS), mas reconheceu que desafios persistem em áreas onde o abastecimento formal não chega.
O foco, segundo ela, está em áreas críticas onde os habitantes ainda dependem de fontes informais de abastecimento, como tanques de venda particular, que muitas vezes não seguem critérios adequados de higienização.
'As nossas equipes estão no terreno para identificar pontos de distribuição inadequados, com tanques que não cumprem os requisitos de higiene e segurança sendo selados e recomendados para manutenção ou limpeza', afirmou.
Entre as medidas adotadas, destacou que o Governo está distribuindo comprimidos de desinfecção da água e promovendo campanhas de conscientização sobre boas práticas de saneamento.
'A cólera não se transmite apenas pela água, mas também devido à falta de saneamento. Estamos trabalhando com equipes multissetoriais, incluindo o Ministério da Saúde, UNICEF e OMS, para combater eficazmente a propagação da doença', disse.
Elsa Ramos defendeu a implementação de um sistema georreferenciado para monitorar a distribuição da água, o que permitirá um controle mais preciso dos tanques de abastecimento e ajudará a identificar aqueles que necessitam de intervenção urgente.
Desafios Apesar dos esforços, a responsável reconheceu que ainda há desafios significativos, especialmente na cobertura total da população em relação à distribuição.
'Luanda ainda possui áreas onde o abastecimento formal não chega', disse, acrescentando que 'é precisamente nesses locais que concentramos a maior parte das ações'.