Segundo o responsável, a nova abordagem visa aproximar os serviços de vacinação às comunidades e escolas, garantindo que um maior número de meninas em idade elegível receba a vacina de forma segura e acessível.
As equipas técnicas passam agora a actuar não apenas nos postos fixos de saúde, mas também em áreas rurais e periurbanas, onde a mobilização tem sido mais difícil devido a factores como distância, falta de informação e resistência cultural.
O director do Gabinete Provincial da Saúde sublinhou que o cancro do colo do útero continua a ser uma das principais causas de morte entre mulheres em idade reprodutiva, e que a vacinação constitui “uma das medidas mais eficazes de prevenção”.
As autoridades locais contam com o apoio de parceiros internacionais e organizações comunitárias na mobilização social e sensibilização das famílias, de modo a aumentar a cobertura vacinal e proteger as futuras gerações.