O incidente ocorreu a 14 de Setembro. Segundo a OIM, 24 sobreviventes receberam cuidados médicos, mas a agência da ONU voltou a alertar para a urgência de medidas que previnam novas tragédias no Mediterrâneo Central, considerada uma das rotas migratórias mais mortais do mundo.
De acordo com dados da organização, pelo menos 876 pessoas morreram ou desapareceram nesta rota em 2025, num total de 1.225 em todo o Mediterrâneo. A OIM alerta, contudo, que os números reais podem ser superiores.