Esta não é a primeira vez que Isabel dos Santos aborda este tema. Em 2016, após a aquisição da empresa portuguesa Efacec, afirmou que a compra não foi financiada pelo Estado angolano.
Além disso, em várias ocasiões, reiterou que os seus investimentos são fruto de endividamento pessoal e não de fundos públicos.
Contudo, estas declarações têm sido alvo de escrutínio. Investigações e relatórios sugerem que a origem da sua fortuna pode estar ligada a recursos estatais angolanos, levantando questões sobre a transparência e a legalidade dos processos que permitiram a acumulação da sua riqueza.
Isabel dos Santos continua a ser uma figura controversa, com processos judiciais em curso e bens congelados em vários países, enquanto mantém a sua posição de que a sua fortuna foi construída de forma independente e sem recurso a fundos públicos.