A medida da CAF provocou uma onda de indignação nas redes sociais em diversos países africanos, incluindo Côte d’Ivoire, Senegal, Togo, República Democrática do Congo e Benim. Muitos internautas consideram a limitação injusta, argumentando que o torneio, de natureza popular e financiado por patrocinadores africanos, deveria ser acessível a todos.
Influenciadores, humoristas e comentaristas locais, como Apoutchou National, Gbi de Fer, Stoni, Franck Zorro Bi e Hassan Hayek, criticaram publicamente a decisão, classificando-a como um favorecimento a interesses comerciais em detrimento do público. “Não queremos migalhas”, sintetizou uma das mensagens mais compartilhadas.
Os canais detentores dos direitos de transmissão, como RTI e NCI na Côte d’Ivoire, têm recebido apoio popular crescente, enquanto fãs apelam à união das emissoras nacionais para pressionar a CAF a rever a decisão.
À medida que as negociações entre a CAF e as emissoras continuam, a mobilização nas redes sociais mostra que o CAN 2025 é percebido como uma celebração coletiva do futebol africano, cuja cobertura deveria ser ampla e acessível.