Em declarações à imprensa, Lúcia de Carvalho explicou que a escolha por ritmos tradicionais e contemporâneos angolanos permite valorizar a cultura do país, além de aproximar o público das raízes musicais locais.
A artista destacou que esta decisão é também uma forma de representar Angola no cenário musical, mantendo a originalidade das suas produções e promovendo os estilos que mais a inspiram.
Segundo Lúcia de Carvalho, a aposta nos ritmos nacionais não exclui a experimentação com novas sonoridades, mas garante que a essência da música angolana será sempre o ponto central de suas obras.