Os profissionais reivindicam melhores condições de trabalho e o pagamento do subsídio referente ao período da Covid-19, que, segundo o sindicato, continua por regularizar.
A paralisação foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola (SINDEA) e abrange unidades de saúde da província.
Entretanto, a Direcção Provincial da Saúde do Bengo considera a greve ilegal. As autoridades afirmam que a maioria das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores já foi atendida, ficando por resolver apenas questões que, segundo a instituição, não dependem do Governo Provincial.
A greve acontece num momento em que os serviços de saúde da província enfrentam a paralisação de parte dos seus profissionais, enquanto as duas partes procuram resolver os pontos que continuam em aberto.

Foto: Mais de 650 profissionais de saúde entram em greve no Bengo — Arquivo CF