Entre 2021 e 2022, reportaram-se aproximadamente 2 550 casos de hepatite viral, especialmente do tipo B, em diversos grupos populacionais, incluindo grávidas, crianças e adultos.
Em julho de 2024, o INLS manifestou registo cumulativo de 8 462 casos de hepatite B até maio incluído, sem especificar o segmento somente de gestantes.
A transmissão vertical (mãe-para-filho à nascença) constitui um dos principais vetores de infecção. Angola assinala uma elevada prevalência de hepatite B em gestantes — cerca de 14% — o que reforça a necessidade de rastreio precoce e prevenção.
Desde 2019, foram instaladas 35 unidades de referência em províncias como Luanda, Benguela, Huíla e Cuanza Sul.