Testemunhas relataram colunas de fumo saindo da prisão de Godka Jilacow, que também funciona como quartel-general da unidade regional de inteligência.
De acordo com meios de comunicação estatais, os militantes usaram um veículo semelhante aos das forças de segurança, mas foram repelidos pelos soldados, que conseguiram neutralizar vários atacantes.
O ataque ocorreu poucas horas depois de o Governo ter levantado bloqueios de estradas mantidos há anos em Mogadíscio, medida justificada pela melhoria das condições de segurança.
O grupo Al-Shabab, ligado à Al-Qaeda, reivindicou o atentado e afirmou ter libertado prisioneiros durante a ofensiva. As forças de segurança cercaram imediatamente a área, enquanto ambulâncias se dirigiam ao local.
Até o momento, não há confirmação oficial do número de vítimas.
Nos últimos meses, as forças somalis, com o apoio de milícias locais e tropas da União Africana, conseguiram expulsar combatentes do Al-Shabab de várias regiões do Sul e Centro do país, embora o grupo continue a representar uma grave ameaça à estabilidade nacional.
Além dos ataques armados, a Somália enfrenta desafios climáticos severos, como secas e inundações, que agravam ainda mais a crise humanitária e a insegurança interna.