Em mensagem de condolências enviada às famílias, à qual o Jornal de Angola teve acesso, Rui Falcão afirmou que “nenhum pai ou mãe deveria enfrentar uma dor tão profunda”, sublinhando a brutalidade do acidente, conforme relatado pelas autoridades portuguesas. Para o ministro, a tragédia serve de alerta sobre a fragilidade da vida e reforça a necessidade de responsabilidade colectiva.
Rui Falcão destacou que a juventude angolana, seja no país ou na diáspora, deve ser sempre protegida através de políticas públicas que assegurem segurança, orientação e prevenção de riscos. “Esta tragédia não pode ser apenas mais uma notícia, deve despertar a nossa consciência colectiva”, escreveu.
Na nota, o ministro agradeceu às autoridades portuguesas pelo trabalho realizado e enalteceu o acompanhamento prestado pela Embaixada de Angola em Portugal. Garantiu ainda que o Ministério da Juventude e Desportos permanecerá disponível para prestar todo o apoio necessário às famílias e à comunidade estudantil.
“Hoje, Angola chora seis jovens que carregavam consigo a nossa esperança e a nossa luz”, concluiu Rui Falcão.