De acordo com o balanço divulgado pelo ministério, as iniciativas abrangeram colaboradores do órgão central e das instituições e empresas tuteladas, tanto em território nacional como no estrangeiro, consolidando a aposta na valorização do capital humano e no fortalecimento das capacidades institucionais.
No órgão central do MIREMPET foram promovidas 2.587 acções formativas, ultrapassando a meta inicialmente prevista. O programa incluiu 147 formações no exterior, 240 participações em conferências internacionais e 64 programas académicos, permitindo a actualização técnica e científica de centenas de funcionários.
Nas instituições tuteladas, a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) liderou o número de acções de capacitação, com 7.023 formações, seguida pelo Instituto Geológico de Angola (IGEO), com 1.237, pelo Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP), com 372, e pela Agência Nacional de Recursos Minerais (ANRM), com 306, totalizando 8.938 acções.
Entre as empresas tuteladas, a Sonangol e as suas subsidiárias registaram 9.872 acções de formação, enquanto a Endiama promoveu 1.131 e a Sodiam contabilizou 562, perfazendo um total de 11.565 iniciativas de capacitação.
Segundo o MIREMPET, o investimento contínuo na formação profissional visa preparar quadros nacionais mais qualificados para responder aos desafios da indústria extractiva, reforçando a competitividade do sector e promovendo uma maior participação de profissionais angolanos em áreas estratégicas. Nos últimos anos, o ministério tem igualmente impulsionado programas de formação técnica, parcerias com empresas do sector e centros especializados, como parte da política de desenvolvimento do conteúdo local.
Fonte: Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET).

Foto: MIREMPET promoveu mais de 23 mil acções de formação entre 2018 e 2025 — Arquivo CF