Em declarações ao Jornal de Angola, Mafalda António destacou que a organização também se focará no projeto de alfabetização de mulheres no meio rural e na promoção do crescimento académico feminino, como forma de combater o desemprego entre mulheres nas zonas urbanas.
Reeleita recentemente com 95% dos votos, a dirigente assegurou que a nova Divisão Político-Administrativa fortaleceu a dinâmica de trabalho da OMA no Bengo. “Não temos nenhum problema de mobilização, incluindo nos novos municípios”, afirmou, acrescentando que a conclusão dos programas iniciados será uma prioridade nos próximos cinco anos.
Atualmente, a OMA no Bengo conta com cerca de 30 mil militantes, mas a primeira-secretária provincial considera necessário ampliar este número antes das eleições de 2027. “A OMA não pode ir para as eleições apenas com este número de militantes. Vamos redobrar o trabalho de mobilização, porque o segredo do sucesso está na presença da organização nas comunidades e na implementação dos seus programas”, reforçou.
O foco estratégico da OMA inclui, assim, mobilização política, educação de base e programas sociais que contribuam para o fortalecimento da participação feminina na sociedade e no projeto político do MPLA.