Na ocasião, a OMS destacou que a vacinação, o diagnóstico precoce e o acesso equitativo aos serviços de saúde são fundamentais para reduzir o impacto das hepatites virais. A organização defende o reforço dos programas de rastreio, tratamento e acompanhamento dos doentes, considerando que a detecção atempada permite prevenir complicações graves, como cirrose hepática e cancro do fígado.
A agência das Nações Unidas sublinhou ainda que as hepatites virais podem ser prevenidas, diagnosticadas e tratadas, apelando à redução do estigma associado à doença e ao aumento da literacia em saúde. Segundo a OMS, o compromisso conjunto entre autoridades sanitárias, profissionais de saúde e cidadãos é essencial para alcançar a meta global de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública.

Foto: OMS alerta para milhões de casos de hepatite crónica e reforça apelo à prevenção em Angola — Arquivo CF