De acordo com o dirigente, os principais custos estão relacionados com a logística envolvida na recepção de árbitros, dirigentes, cronometristas e delegados técnicos, muitos dos quais oriundos de outras províncias. “É necessário garantir transporte, alojamento e alimentação para todos os envolvidos”, explicou.
Outras despesas incluem a aquisição de troféus, medalhas, prémios e a manutenção contínua do pavilhão, além dos custos associados à transmissão dos jogos em formato streaming, que permitiu levar o campeonato a um público mais amplo.
Apesar das dificuldades iniciais, a organização considera que os objetivos foram atingidos. “Tivemos 14 equipas em prova, o que representa um crescimento significativo. Há cinco anos, organizar uma competição com oito equipas já era um desafio”, avaliou o dirigente, que fez questão de destacar o papel do governador Pereira Alfredo no sucesso do evento.