A cerimónia contou com a presença do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, bem como representantes da TotalEnergies, Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), Sonangol, autoridades locais e líderes tradicionais.
O FPSO Kaminho, cuja conversão teve início em Março na China, será responsável por processar até 70 mil barris de petróleo por dia, com início de operação previsto para 2028. O projecto representa o primeiro grande desenvolvimento em águas profundas na Bacia do Kwanza e envolve a transformação de um petroleiro de grande porte numa unidade de produção, armazenamento e expedição de petróleo.
O corte de aço em território angolano marca não apenas o arranque físico da construção local, mas também o reforço do compromisso com o conteúdo nacional e a capacitação da engenharia angolana no sector petrolífero. A iniciativa insere-se na estratégia de valorização da indústria nacional e da transferência de conhecimento técnico, com impacto directo na geração de emprego e desenvolvimento regional.
Crédito: Jornal de Angola