De acordo com um comunicado, a sinistralidade rodoviária em Angola é considerada uma grave crise de saúde pública e segurança nacional, sendo a segunda principal causa de morte, com cerca de 3.120 óbitos por ano, o equivalente a nove por cada 100 mil habitantes.
Os principais fatores apontados incluem excesso de velocidade (41%), condução sob efeito de álcool (9%), uso indevido do telemóvel (7%), circulação irregular de mototaxistas (35%), travessia de peões em locais inadequados (7%), transporte irregular de passageiros e mercadorias (19%), além do mau estado técnico dos veículos e falhas na sinalização.
O programa visa intensificar a fiscalização, reforçar a sensibilização e melhorar a segurança no trânsito, contribuindo para devolver paz e confiança às estradas angolanas.