O Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) enfrenta dificuldades no Cuanza-Norte, onde 16 dos 29 projectos previstos estão atualmente paralisados. A informação foi avançada por fontes locais ligadas à administração provincial, que apontam a falta de financiamento e o incumprimento contratual por parte de vários empreiteiros como principais causas da suspensão.
Os projectos afetados abrangem áreas prioritárias para a população, nomeadamente a construção e reabilitação de escolas, centros de saúde, unidades habitacionais e outras infra-estruturas públicas que deveriam contribuir para a melhoria das condições de vida nos municípios.
A administração provincial reconhece que a paralisação tem impacto direto na prestação de serviços sociais básicos e afirma estar a trabalhar com os organismos centrais para acelerar a mobilização de recursos, resolver pendências contratuais e retomar as obras o mais rapidamente possível.
Enquanto isso, as comunidades continuam a aguardar a conclusão de iniciativas há muito esperadas, que integram a estratégia nacional de desenvolvimento local e reforço dos serviços públicos essenciais.