O posicionamento foi manifestado no Cubango, onde dirigentes e militantes do PRS defenderam que o processo autárquico deve avançar com prioridade, por representar um passo decisivo na aproximação dos cidadãos aos centros de decisão.
Segundo o partido, a ausência de autarquias tem limitado a capacidade das comunidades influenciarem directamente as políticas públicas, dificultando a resolução de problemas que afectam o quotidiano das populações. Para o PRS, a implementação das administrações locais eleitas permitirá distribuir melhor os recursos, promover maior transparência na gestão pública e impulsionar o desenvolvimento equilibrado das diferentes regiões de Angola.
A formação política sublinha ainda que a descentralização contribuirá para fortalecer a coesão social e consolidar os princípios democráticos, dando aos cidadãos mais voz e capacidade de fiscalização.
O PRS reafirma que continuará a defender este processo como prioridade nacional, apelando ao Executivo para acelerar os passos necessários à institucionalização efectiva das autarquias no país.