Em declarações à imprensa, Riquinho negou veementemente qualquer irregularidade ou tentativa de burla associada ao processo, afirmando que todas as ações relacionadas com a iniciativa foram conduzidas com transparência e respeito pela lei.
Questionado sobre as diversas alegações de desinformação nas redes sociais, o empresário deixou claro que não houve burla, fraude ou operação ilícita na implementação do projecto. Segundo ele, o objetivo principal sempre foi apoiar os taxistas, facilitar o acesso a viaturas e, consequentemente, contribuir para a redução do preço das corridas em Luanda.
Riquinho afirmou ainda que o projecto não conta com apoio directo do Executivo ou de partidos políticos, contrariando boatos que tentam ligar a iniciativa a interesses partidários ou a benefícios pessoais indevidos, o projecto, que prevê a entrega de 500 viaturas de tipo Hiace a taxistas registados, tem sido tema de debate público desde que foi anunciado, com alguns críticos questionando a origem dos fundos, o critério de selecção dos beneficiários e a execução prática da promessa.

Foto: Riquinho responde às acusações no projecto dos 500 táxis — Arquivo CF