O comité destacou que as descobertas dos três cientistas representam “um marco na compreensão e aplicação prática da mecânica quântica em sistemas macroscópicos”, permitindo avanços significativos na computação quântica e na física de materiais supercondutores.
O trabalho desenvolvido por Clarke, Devoret e Martinis revelou que fenómenos quânticos — tradicionalmente observados em escalas atómicas — podem manifestar-se em circuitos eléctricos visíveis a olho nu, abrindo caminho para novas tecnologias de processamento de informação.
A temporada dos Prémios Nobel de 2025 começou na segunda-feira, com a atribuição do Nobel da Medicina a Mary E. Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi, pelas suas descobertas sobre tolerância imunitária periférica, um mecanismo essencial na prevenção de doenças autoimunes.
Nos próximos dias, serão revelados os vencedores das categorias de Química, Literatura e Paz, encerrando o ciclo anual de distinções que homenageia os maiores contributos científicos e humanitários do mundo.