O vice-presidente do Wiliete, Victorino Visele, afirmou que não houve qualquer acordo amigável para a saída do atleta, refutando informações que sugeriam uma desvinculação consensual.
Segundo o dirigente, o clube considera que o jogador violou os termos contratuais ao assinar com outra equipa sem a devida autorização, motivo pelo qual o caso será encaminhado às instâncias internacionais.
Visele sublinhou que o Wiliete vai defender os seus direitos desportivos e legais, reforçando que a instituição não tolerará actos que desrespeitem os regulamentos da FIFA e o compromisso assumido pelos seus atletas.