“Trata-se de uma resposta concreta que vai salvar vidas e restaurar a esperança de centenas de cidadãos que convivem diariamente com doenças renais”, afirmou a ministra, durante o acto de inauguração da infra-estrutura.
Para Sílvia Lutucuta, a abertura do centro representa também um passo firme na construção de um sistema de saúde mais justo, próximo e humano.
O Centro, com 2.000 metros quadrados de área, está equipado com 20 monitores de hemodiálise, distribuídos por quatro salas — sendo 16 para pacientes com serologias negativas e 4 para positivos (hepatites B e C e VIH/SIDA).
A unidade conta ainda com três monitores na Unidade de Cuidados Intensivos, dez pontos de diálise para doentes internados e capacidade para atender até 160 utentes por dia, em quatro turnos. Inclui ainda salas de procedimentos para diálise peritoneal e prevê-se, futuramente, a construção de fístulas arteriovenosas.