De acordo com a agência Lusa, o encontro, que durou cerca de duas horas, foi marcado por sinais de aproximação entre as duas maiores economias do mundo, com promessas de cooperação em vários domínios e gestos de distensão na guerra comercial.
Donald Trump justificou a decisão com o compromisso de Pequim em reforçar o controlo sobre a produção e exportação de fentanil — uma substância responsável por milhares de mortes por overdose nos Estados Unidos — e sublinhou que o entendimento representa um passo positivo nas relações bilaterais.
O chefe de Estado norte-americano revelou ainda que Washington e Pequim “vão trabalhar juntos” para pôr fim à guerra na Ucrânia, acrescentando que ambos os governos acordaram realizar um novo encontro em 2026.
Questionado sobre a questão de Taiwan, Trump afirmou que o tema “não foi discutido”, cumprindo o que já havia antecipado na véspera, ao indicar que só o abordaria se o líder chinês levantasse o assunto.
O encontro entre os dois presidentes ocorre num contexto de tensões geopolíticas e comerciais, mas também de esforços diplomáticos para reequilibrar as relações entre Washington e Pequim.