Esperança da Costa falava durante a abertura do II Congresso Internacional da Resposta ao VIH em Angola, promovido pelo Instituto Nacional de Luta contra a SIDA (INLS), sob coordenação do Ministério da Saúde, e que contou com a presença da Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço.
Por sua vez, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, reafirmou o compromisso do Executivo em colocar o conhecimento científico e a inovação ao serviço da saúde pública, visando acelerar o combate à epidemia.
O congresso reúne profissionais de saúde, investigadores, representantes da sociedade civil, decisores políticos e parceiros de desenvolvimento, com o objectivo de celebrar os avanços registados no país e na região, debater os desafios ainda existentes e traçar novas estratégias para a eliminação da SIDA como problema de saúde pública até 2030.
Segundo o Relatório Global da ONUSIDA de 2024, Angola conta com cerca de 320 mil pessoas a viver com o VIH, das quais 200 mil são mulheres e 32 mil crianças entre 0 e 14 anos. A taxa de prevalência nacional situa-se em 1,6%, uma das mais baixas da África Subsaariana, embora persistam desigualdades regionais, sobretudo nas províncias fronteiriças.