Em nota de condolências dirigida ao Jornal de Angola, a instituição destacou que Arnaldo Calado parte para a eternidade, mas deixa obras que permanecem como referências para as presentes e futuras gerações da nação.
O falecimento ocorreu a 26 de setembro, na República da África do Sul, e, segundo a nota, deixa “um enorme vazio” no sector mineiro, ao qual o antigo gestor dedicou grande parte da sua vida profissional.
O documento lembra ainda que, enquanto presidente do Conselho de Curadores da Fundação Brilhante, Arnaldo Calado desempenhou papel relevante na transição da instituição, responsável pelas acções sociais do sub-sector diamantífero em Angola.