Antes da abertura da Conferência de Kampala, a embaixadora sublinhou que “agora temos um roteiro completo, uma teoria de mudança que delineia o caminho para implementar objetivos estratégicos e uma ampla política para melhorar os sistemas alimentares e metas que refletem as aspirações do continente”.
Ela esclareceu que o processo inclusivo garante a preparação para transformar a visão agrícola da Agenda 2063.
A diplomata lembrou que, há um ano, na 44ª sessão ordinária do Conselho Executivo, foi orientado à Comissão da União Africana desenvolver a Estratégia de Implementação de um Plano de Ação para o Programa Integrado de Desenvolvimento da Agricultura em África, sucessor da Agenda de Malabo.
Desde então, a Comissão envolveu-se num processo robusto e inclusivo para desenvolvê-lo, com resultados apresentados no último sábado. O documento, adotado pelos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, inclui o Projeto de Estratégia e Plano de Ação 2026-2035 e a Declaração de Kampala.

Foto: Josefa Sacko Relembra Plano de Ação para Agricultura em África — Arquivo CF