Segundo o responsável, a aposta na produção de biocombustíveis visa reduzir a dependência do petróleo e criar novas fontes de energia limpa, capazes de gerar empregos e dinamizar as economias locais.
Artur Custódio sublinhou que a ANPG tem trabalhado em parceria com investidores nacionais e estrangeiros para impulsionar projectos que combinem eficiência energética e responsabilidade ambiental, promovendo uma matriz energética mais equilibrada.
O administrador frisou que o sector dos biocombustíveis representa uma oportunidade estratégica para Angola cumprir os objectivos de transição energética definidos no Plano Nacional de Desenvolvimento 2023–2027, garantindo, simultaneamente, segurança energética e sustentabilidade ambiental.
Esses esforços, acrescentou, reforçam a visão do Executivo de tornar Angola um polo de referência regional em energias renováveis, aproveitando o potencial agrícola e industrial do país para produzir combustíveis alternativos de forma sustentável.