Segundo o MINSA, a distribuição foi feita com base nas necessidades de cada província, justificando que algumas regiões, como Luanda, já foram mais beneficiadas em concursos anteriores.
Diante da ausência de vagas, profissionais residentes em Luanda que desejarem concorrer deverão candidatar-se noutras províncias. A medida também abrange várias outras regiões do país.
O Sindicato Nacional dos Enfermeiros de Angola criticou a decisão, afirmando não compreender a exclusão, tendo em conta a “necessidade gritante” de enfermeiros nos hospitais.
As províncias do Zaire e do Huambo lideram o número de vagas, com 439 e 433, respectivamente. O MINSA garante que o concurso visa reforçar o sistema de saúde e criar oportunidades de ingresso na função pública.

Foto: Distribuição de vagas do MINSA deixa Luanda sem oportunidades para enfermeiros — Arquivo CF