A despedida acontece pouco mais de um mês depois de Messi ter anunciado o fim da carreira internacional. O jogo, que terá caráter particular, transformou-se numa grande homenagem ao jogador que marcou uma era no futebol mundial.
Messi estreou-se pela seleção principal da Argentina em agosto de 2005, aos 18 anos. Apesar de uma estreia polémica, marcada por uma expulsão frente à Hungria, construiu uma carreira internacional histórica.
Durante vários anos, o avançado viveu momentos difíceis, perdendo quatro finais importantes: a Copa América de 2007, o Mundial de 2014 e as Copas América de 2015 e 2016.
A consagração chegou em 2021, quando conquistou a sua primeira Copa América pela seleção principal, após a vitória por 1-0 sobre o Brasil no Maracanã.
Um ano depois, Messi atingiu o ponto mais alto da carreira internacional ao conduzir a Argentina ao título mundial no Qatar, numa final épica frente à França. Em 2024, voltou a levantar a Copa América, aumentando para quatro os grandes títulos conquistados pela seleção principal.
Messi também venceu o Mundial Sub-20 de 2005 e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
O encontro com o Benim marcará o fim de uma trajetória de mais de duas décadas com a camisola argentina. Messi deixa a seleção como recordista de jogos, golos e assistências, além de campeão mundial e bicampeão da Copa América.
A expectativa é de um Monumental lotado para homenagear um jogador que, para milhões de adeptos, se tornou uma das maiores figuras da história do futebol.

Foto: Messi despede-se da Argentina no Monumental, palco onde nunca perdeu — Arquivo CF