Segundo o responsável, a taxa de bancarização das mulheres em Angola está situada em cerca de 38%, um número que demonstra a necessidade de reforçar as medidas de inclusão financeira no país.
Manuel Tiago Dias considera importante que o regulador e os bancos trabalhem de forma conjunta na criação de soluções que facilitem o acesso das mulheres a contas bancárias, crédito e outros serviços financeiros.
O reforço da inclusão financeira feminina é visto como um passo importante para aumentar a participação das mulheres na economia, permitindo uma maior autonomia na gestão dos seus recursos e melhores oportunidades para o desenvolvimento de negócios.
O BNA tem, entre as suas responsabilidades, a promoção da estabilidade e solidez do sistema financeiro angolano, dispondo também de mecanismos e plataformas destinados a facilitar o acesso dos cidadãos aos serviços bancários.

Foto: BNA defende maior união para aumentar acesso das mulheres aos serviços bancários — Arquivo CF