Três trabalhadores foram detidos no processo, conforme uma declaração pública emitida na segunda-feira, dia 27, pela Direção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP).
No comunicado, a empresa repudiou categoricamente a conduta indevida dos envolvidos, afirmando que tal comportamento é totalmente incompatível com os princípios e valores da EPAL.
"Ao comprometer a imagem da instituição, essas atitudes também afetam negativamente os esforços do Ministério da Energia e Águas em assegurar a disponibilidade de produtos químicos essenciais para o tratamento da água", destacou a EPAL.