Em comunicado lido pelo seu porta-voz, Stéphane Dujarric, Guterres condenou veementemente a morte de civis palestinianos no bombardeamento de segunda-feira.
O líder da ONU destacou que entre as vítimas estavam médicos, enfermeiros e jornalistas, sublinhando que o episódio demonstra os riscos extremos enfrentados por profissionais que desempenham funções vitais no meio do conflito.
António Guterres reiterou o apelo ao respeito pelo direito internacional humanitário e defendeu a responsabilização dos envolvidos no ataque.