O Presidente do Conselho de Administração da empresa, Sebastião Martins, reconhece a dualidade do problema: enquanto há um número considerável de trabalhadores sem ocupação definida, há também uma carência de profissionais com competências adequadas às demandas técnicas da indústria.
A manutenção desses funcionários excedentários implica em custos significativos para a empresa. Em 2023, a Sonangol destinou aproximadamente 529,5 mil milhões de kwanzas para despesas com salários, um aumento em relação aos 434,5 mil milhões de kwanzas gastos em 2022.
O Ministro Diamantino Azevedo destacou que a demissão em massa desses trabalhadores poderia acarretar sérias implicações sociais. Como alternativa, sugere-se a requalificação e a oferta de formação adicional para que esses funcionários possam ser reintegrados em áreas onde há demanda por mão de obra qualificada.