De acordo com dados do Ministério do Turismo, as províncias do Namibe e do Cuanza-Sul registaram 100% de ocupação hoteleira, enquanto Moxico e Huíla ultrapassaram os 90%. A média nacional situou-se em 69,3% nos hotéis e 68,8% noutros tipos de alojamento.
O Namibe, palco da fase de grupos do Afrobasket, recebeu 7.670 turistas, sendo 2.970 estrangeiros vindos da África do Sul, Namíbia, Reino Unido e de países participantes como Sudão do Sul, Líbia, Cabo Verde, Congo, Rwanda, Mali, Senegal e Eritreia. Os restantes 4.700 visitantes eram nacionais, oriundos de províncias como Huíla, Cunene, Benguela, Luanda e Huambo.
Entre os pontos turísticos mais visitados destacaram-se as Colinas do Curoca, a Lagoa do Arco, as Dunas do Deserto, a Praia do Soba, as Piscinas Naturais do Piambo, a Welwitschia Mirabilis e a Foz do Rio Cunene.
O sector do turismo arrecadou cerca de 210 milhões de kwanzas no período, impulsionado pela hotelaria, restauração, transportes, agências de viagens e serviços de guias. Além do impacto económico, o Afrobasket deu ao Namibe maior visibilidade mediática e fomentou novos postos de trabalho, sobretudo para jovens, consolidando a província como destino turístico de referência no sul de Angola.