Os ataques ocorreram na quinta-feira e atingiram primeiro uma creche, em seguida o hospital rural de Kalogi e, por fim, civis que tentavam socorrer as vítimas. Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, o sistema de vigilância da organização contabilizou três ataques consecutivos contra infraestruturas de saúde na região de Kordofan do Sul.
O chefe da administração local de Kalogi, Essam al-Din al-Sayed, afirmou à AFP que a cidade, controlada pelo exército sudanês, foi alvo de ataques atribuídos às Forças de Apoio Rápido (FSR) e aliados do Movimento Popular de Libertação do Norte do Sudão, envolvidos em conflito com o exército desde abril de 2023.
A tragédia sublinha a vulnerabilidade de civis e instituições de saúde em zonas de conflito no Sudão, reforçando alertas internacionais sobre a necessidade de proteger crianças e hospitais durante confrontos armados.