De acordo com relatos de testemunhas e da ONU, os combates ocorreram a cerca de dez quilómetros a Sul de Uvira, com tiros e explosões ouvidos dentro da cidade. Disparos de armas pesadas foram registados em zonas montanhosas e, por vezes, em bairros residenciais, obrigando os moradores das localidades próximas a procurar refúgio em igrejas e edifícios públicos.
As famílias deslocadas enfrentam condições difíceis, com acesso limitado a água potável e a serviços básicos. Organizações da sociedade civil alertam para o agravamento da situação humanitária devido ao aumento do número de deslocados e apelam a um cessar-fogo imediato.
Os líderes locais reforçam a necessidade de interromper os combates, proteger civis e garantir que as comunidades possam regressar em segurança às suas casas, respeitando os acordos existentes. Segundo relatórios, os grupos armados recebem apoio do Ruanda.